sexta-feira, 28 de outubro de 2011

já tinha esquecido.

mas bom que me lembrei; ou que me lembraram. tudo começou há dois anos. e não deu certo na época, e eu tinha esquecido. mas ela me lembrou. que bom né, porque provavelmente foi mais incrível do que teria sido há dois anos. e é aquela noite que ainda não terminou, e a cabeça fervendo, porque aconteceu alguma coisa afinal, depois de tanto marasmo. o negócio é que; muito válido e massa lembrar do que tinha ido embora. uma redescoberta. porque é animal encontrar pessoas pela primeira vez... talvez melhor ainda seja encontrar pela segunda.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

sampa.

é o nome de uma música do caetano. diz que alguma coisa acontece no meu coração. eu imagino o que é essa coisa; me sinto me livrando de coisas, mas pra cada coisa de que me livro me grudo em duas. e cada pessoa que me cerca assume inconscientemente um papel nesse processo. pensando bem, ninguém assume nenhum papel. eu atribuo papéis às pessoas. porque a narrativa é a minha. única versão que posso apresentar do que me aconteceu. e está acontecendo. e acontece, seja na fantasia ou na realidade - não dá na mesma?

domingo, 16 de outubro de 2011

bom...

inevitável falar isso, em qualquer contexto, ainda mais na presença de alguém que conhece essa pala. enfim. cheguei amanhã, to aproveitando ao máximo, vou embora ontem, e tudo que existe é a baboseira que se inventa pra preencher o silêncio vazio. porque é triste - ou não?

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

love story.

começa com duas pessoas fumando um cigarro. ou porque uma pediu um cigarro pra outra, ou porque pediu fogo. coisas em comum. atração. e aí qualquer coisa que a pessoa qualquer fale parece interessante por qualquer motivo. e essas pessoas se juntam de novo, fumam vários cigarros, dão risadas, sorrisos, abraços e beijos. sorriem. ficam juntas. continuam juntas ficando. ficam juntas, continuando. até que surge uma diferença. e brigam. e ficam juntos de novo. e brigam de novo por um motivo qualquer. e depois de resolverem a briga sempre reafirmam que se amam. desde sempre. verdadeiro. e brigam, e terminam. e o amor não foi embora. talvez foi esquecido. mas você esqueceu aquele cigarro?

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

gratificação; ou "quando as coisas dão certo"

você conhece alguém e esteticamente essa pessoa é incrível - nem tanto assim, mas o tanto necessário pra você querer muito e não o suficiente para lhe parecer impossível. além disso ela lhe agrada. alguém interessante. aquele tipo que se espera outro almoço para encontrá-la de novo. aleatoriamente. é apenas alguém de um outro círculo que você não verá tanto normalmente - isso é melhor ainda. mas a melhor parte mesmo é quando, inesperadamente, ela está no sofá da sala da sua casa. e você vê algo maior; não é aquilo que você sempre quis, mas é aquilo que queria desde o primeiro momento e só tinha esquecido. surpresas são melhores do que aquilo que se espera, não? e mesmo dormindo, sei lá, uma hora e meia... hoje eu to elétrico. vontade daquilo de novo e de novo e de novo e de novo e isso aí. agradáveis surpresas. não nos preparamos pra elas. e nem precisamos.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

adendo/correção

passaram-se alguns dias desde que postei um texto sobre a máfia do honda fita. uma gangue rival explodiu o honda fita. agora charles james leva as crianças pra escola em um fiat punto.

sábado, 1 de outubro de 2011

a máfia do honda fita.

crimes começam com partners in crime. nesse caso, são dois. se fosse um filme seriam o poderoso chefão e a poderosa chefã. eles só são vistos ocasionalmente no banco de trás do honda fita. que sempre é dirigido por charles james.
charles james watson, um distinto senhor que sempre ouve billie weekend, é o homem de confiança dos parceiros. ele os representa em transações, coordena operações, dirige o carro de fuga, e leva os filhos do casal para a escola. os filhos do casal são quatro; lilica ripilica, tigor t. tigre, bad boy, e sexy machine. o bad boy sempre vai no banco da frente.
as únicas pessoas que andam no honda fita além dos partners in crime ou seus filhos são os capangas de confiança. temos por exemplo coxinha, o homem da metralhadora, que atira sem perdão; zanoto, o menino que carrega as drogas ou as armas ou o dinheiro ou os corpos; dalai e seu carisma, o que lhe torna ideal como agente infiltrado. o grupo da máfia abrange também lord, o informante do sumbundo;e pimpinelas, um pimp japonês que importa aquilo que se desejar e fornece o transporte de mercenários.
trinta gramas. i like cookies.