domingo, 24 de fevereiro de 2013

fábula.

você fala pra geral chamar as amiga.
e pra essas amiga chamar mais amiga.

elas cola você tá fumando um cachimbo com o brother.
você oferece pras amiga.

as amiga fica louca,
aí as mina fica louca.
aí você deixa elas louca,
e elas te deixam louco.

sendo assim ou não a gente não pára.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

dualismo (?!?!)

existem dois tipos de músicas. bom, se você para pra pensar, existem dois tipos em qualquer coisa que você olhe, é só parar e fazer a comparação.
enfim - furlan - fórlan - existem dois tipos de música. o prog e o que não é prog. prog é o tipo de música que aumenta, foda-se se é trance ou qualquer coisa ou pink floyd - floyd é fodíssimo. o que não é prog continua como começou.
a gente se parece com a música.
aliás, a gente que fez ela né.
existem dois tipos de pessoas: as que curtem prog e as que não. é fácil ver divisões em qualquer coisa.
galera que curte prog curte pensar na própria vida (eu acho), porque sei lá, o o som aumenta, assim como seus pensamentos. (??? profit).
pessoalmente não curto prog. ouço música pra me distrair. já penso demais na vida.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

sonzeira estralando

como se o barulho por si só da sua cabeça já não estralasse o suficiente. quer-se mais. não que queria-se mais, mas não se quer menos, ou nada, ou qualquer coisa afim. só aumentar. ninguém veio aqui pra colher sorrisos de mel e coisa assim e panz rs. não pára de estralar. como se eu em alguma hora fosse parar. foda é que não há previsão e/ou paradigma (e panz rs). só o futuro próximo, não diferente do presente... passando... estralando..? o som continua.

isso é bom.

geral passadaça.

isso é bom.

pelo menos to seguindo, o nível.

ou não.

claro que não.

cale a boki.

retomando, as coisas não tão muito dahoras por aqui, geral só respirando calor, como sempre foi em URP, de boaça.

vamo chorar pra que afinal?

#partiu

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

MELIOR que uma balada,

só duas seguidas. ficar de boaça, porque se sabe o tempo todo que está longe de acabar. e o único ponto de bad na balada é quando você percebe que acabou. na verdade não, encerrar é excelente, pra onde se esteja indo, inclusive quando se dá carona a pé. companhia. e a idéia de que ela vai acabar - a balada - fica lhe perturbando até o momento em que se esquece. não o fim,  mas tudo que está lá fora. afinal a idéia da balada é uma idéia de fuga. escapismo? sério, moção? pare de falar palavras assim porque é mais agradável a quem lhe escuta. continue escrevendo palavras assim porque faz sentido a quem lê. continue seu discurso porque faz bem a você. mesmo que ninguém leia alguém falou. e diferente da balada, o discurso não tem fim. mas igual ao discurso, a balada também não tem fim.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Navegação

Olá, sou Coxinha, to aqui pra escrever umas palavras nesse fantástico diário do Miguxo. Humildemente venho aqui discorrer sobre a oportunidade e a vontade. Sêneca uma vez disse: "De que adiantam os bons ventos se o marinheiro não sabe pra onde vai?". E a isso se resume nossa humilde passagem nessa vida. Quando não existe motivação, não existe oportunidade que nos leve para bons resultados. E de que adianta? Porque esse valor nos é importante? Porque precisamos nos adaptar, às regras do consumo, à sociedade consumista. Porque o que está fora da média não nos satisfaz - e não nos satisfaz porque está fora da média. E nossa vontade é moldada pelo sistema - e pelo sistema somos meros robôs seguindo a programação do consumo e suas regras...

(editei um pouco por não gostar de reticências - mas aí é coisa minha)

forfé, ou repetição.

sexta-feira de agora me lembra algum domingo e algum outro domingo. voltando àquela idéia antiga de repetição. porque ela volta? porque a repetição se repete?
inconscientemente assumo as mesmas predileções que me levaram adiante em um ponto atrás. e que agora não servem a mim o mesmo.
será que não? será que o que eu quero não se repete? será que o mesmo não me serve dos mesmos jeitos?
músicas passam. músicas mudam. não somos os mesmos as ouvindo. apenas eu.
aquelas cenas só se repetiram para mim, já que todos passaram e eu continuei no mesmo lugar. o amarelo foi para outro lugar, as paredes também não são as mesmas, e mesmo assim o roteiro é igual.
sinto falta daquilo que foi. por isso mesmo aquele aquilo ficou.