terça-feira, 25 de junho de 2013

Sobre a bibliografia.

Chegar a um ponto meio que inominável da vida, em que já se leu tanta coisa e viu e pensou e escreveu, e você vê que cresceu, percebendo de fato o que é vida e o que é crescer e o que é perceber as implicações dos textos, a famosa análise do discurso, e perceber as implicações dos textos que você CONSUMIU, desde contrucionismo social a rpg e magic e darwin e rowling; desde raul seixas a conecrewdiretoria passando por iron maiden fresno e lady gaga; desde fundamentos de trilogias a horóscopos a listas de tatuagens e projetos. O outro grande aspecto desse momento inominável que vou chamar de "Upheaval" ("devolve todas as permanentes para as mãos de seus donos") é o bem-estar. Pleno. Começou no Natal, aonde resolvi simplesmente aproveitar a vida, continuou no encerramento da calourada, aonde com a junção da prova de que não se precisa beber pra perder a vergonha removi cada gota de vergonha no meu corpo (já que perante a liberdade não precisamos de vergonha mesmo), tomou sentido em minha entrada no estágio na Tarsolândia DDD016, e tomou forma no Upheaval. E percebendo que ora pois o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte e que vivemos em nossos amigos depois que morremos porque eles lembram da gente e de que família não é sangue é escolha e que graças a deus amém e mazel tov estamos aqui. O que temos é tempo e palavras, só. E as duas empresas que eu tenho pra tocar adiante, aos meros quase 23 anos, porque por algum motivo ainda tem pessoas fundamentalistas que acham que é fácil ir em quatro festas por semana por mais que isso implique em trabalhar 24 horas por dia, 365 dias por ano. E lembranças, além de palavras e tempo, . Pensar, escrever, falar. E a terceira lição é que é melhor pensar conversando.

“Tell me one last thing,” said Harry. “Is this real? Or has this been happening inside my head?”
Dumbledore beamed at him, and his voice sounded loud and strong in Harry’s ears even though the bright mist was descending again, obscuring his figure.
“Of course it is happening inside your head, Harry, but why on earth should that mean that it is not real?”

Dedicado aos meus padrinhos de casamento, Max e Gabriel, à "Mother", e antes de tudo à minha família (=meus amigos)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Orkut

Quem sou eu:
Nascido em Goiás, crescido em Espírito Santo do Pinhal, vivido em Ribeirão Preto, torce pro Colorado.
Filho de cachoeira, só que na real de mina de esmeralda.
Mídia me pegou mesmo, não atoa sou adolescente e consumista.
Garçom e psicólogo, ops, feiticeiro.
Câncer, Peixes, Capricórnio.
Não sei bem quem sou, só sei do que não gosto.
Metade do meu tempo pra família, metade pro trabalho, só que ambos pra ambos.
Família não tem nada a ver com sangue ou DNA.
E temos que enlouquecer, simplesmente em prol de nossa sanidade.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

fábula.

você fala pra geral chamar as amiga.
e pra essas amiga chamar mais amiga.

elas cola você tá fumando um cachimbo com o brother.
você oferece pras amiga.

as amiga fica louca,
aí as mina fica louca.
aí você deixa elas louca,
e elas te deixam louco.

sendo assim ou não a gente não pára.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

dualismo (?!?!)

existem dois tipos de músicas. bom, se você para pra pensar, existem dois tipos em qualquer coisa que você olhe, é só parar e fazer a comparação.
enfim - furlan - fórlan - existem dois tipos de música. o prog e o que não é prog. prog é o tipo de música que aumenta, foda-se se é trance ou qualquer coisa ou pink floyd - floyd é fodíssimo. o que não é prog continua como começou.
a gente se parece com a música.
aliás, a gente que fez ela né.
existem dois tipos de pessoas: as que curtem prog e as que não. é fácil ver divisões em qualquer coisa.
galera que curte prog curte pensar na própria vida (eu acho), porque sei lá, o o som aumenta, assim como seus pensamentos. (??? profit).
pessoalmente não curto prog. ouço música pra me distrair. já penso demais na vida.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

sonzeira estralando

como se o barulho por si só da sua cabeça já não estralasse o suficiente. quer-se mais. não que queria-se mais, mas não se quer menos, ou nada, ou qualquer coisa afim. só aumentar. ninguém veio aqui pra colher sorrisos de mel e coisa assim e panz rs. não pára de estralar. como se eu em alguma hora fosse parar. foda é que não há previsão e/ou paradigma (e panz rs). só o futuro próximo, não diferente do presente... passando... estralando..? o som continua.

isso é bom.

geral passadaça.

isso é bom.

pelo menos to seguindo, o nível.

ou não.

claro que não.

cale a boki.

retomando, as coisas não tão muito dahoras por aqui, geral só respirando calor, como sempre foi em URP, de boaça.

vamo chorar pra que afinal?

#partiu

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

MELIOR que uma balada,

só duas seguidas. ficar de boaça, porque se sabe o tempo todo que está longe de acabar. e o único ponto de bad na balada é quando você percebe que acabou. na verdade não, encerrar é excelente, pra onde se esteja indo, inclusive quando se dá carona a pé. companhia. e a idéia de que ela vai acabar - a balada - fica lhe perturbando até o momento em que se esquece. não o fim,  mas tudo que está lá fora. afinal a idéia da balada é uma idéia de fuga. escapismo? sério, moção? pare de falar palavras assim porque é mais agradável a quem lhe escuta. continue escrevendo palavras assim porque faz sentido a quem lê. continue seu discurso porque faz bem a você. mesmo que ninguém leia alguém falou. e diferente da balada, o discurso não tem fim. mas igual ao discurso, a balada também não tem fim.