domingo, 20 de fevereiro de 2011

ourinho, veja essa.

depois de ficar pensando sobre os motivos por quais se acha um cara mala - no fundo é porque pessoas de 11 a 15 anos tendem a ser imbecis - na verdade não são imbecis, são apenas crianças. aí como eu to escrevendo no computador do ourinho, tracei uma comparação - natural; entre os motivos por quais se acha um cara mala, e por quais se acha um cara gente boa. há a história do assunto em comum; e a história do amor à primeira vista. não necessariamente amor, mas qualquer impressão que sempre se tem na primeira vez. aí hoje eu encontrei uma pessoa pela segunda vez, e constatei que depende muito da circunstância externa. além dessa, a circunstância interna de cada um desses dois que se encontram. no final das contas a conjuntura cósmica manda um monte. aí cheguei a um insight. comparar o primeiro encontro com o segundo é como comparar o primeiro ano de faculdade com o segundo. isso até foi um assunto no buteco hoje; eu sempre defendi que o segundo ano é melhor que o primeiro, mas na questão do encontro eu ainda acho que o primeiro vale mais. é um negócio muito dahora conhecer pessoas, né?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

da-da-doot-n just dance

andrezza me disse ontem (e não foi a primeira vez no ano) "nossa miguxo, você tá otimista". bah acho que é verdade. esses dias eu me liguei - acho que pelo menos eu falei em voz alta, e externalizar faz uma puta diferença - de como o mundo não vai mudar nunca. o cenário que a gente tem vai ser o mesmo de quando a gente morrer. o capitalizm engloba as coisas e transforma em negócio. mas isso não importa. a questão é que a gente só tem essa vida pra fazer as coisas. essa de agora, mesmo. então, dance. pire nas coisas. dance e sorria.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

acabei de olhar pro relógio.

são 9:39. do domingo. só que na minha cabeça ainda é sábado porque eu não fui dormir ainda. vêm um único motivo à cabeça: nas férias não se existe compromisso nenhum pra comparecer então o horário de fazer as coisas não tem a mínima importância. eram umas sete da manhã quando saí com pedrinho para comprar quatro litrões de cerveja. conforme a gente tomava o último agora há pouco o vizinho da frente estava (e ainda está) lavando o carro. e aí como acabou a breja acabou a amizade - o velho ditado - pedrinho foi dormir. to aqui na sala. coloquei um sol alto pra despertar. porque ouvi uma velha história em que o melhor a se fazer às vezes é resetar o relógio biológico circadiano, então minha meta é ficar acordado até as dez da noite. vamo ver o que rola. porque daqui a 24 horas cocotinhas chorarão - mais uma das palas que eu e pedrinho adotamos. é aí que eu termino pensando como é fácil dar risadas e se divertir na vida. é só levar as coisas menos a sério. como eu disse hoje, é a maravilha de fazer coisas que o senso comum vai contra.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

o que é ser brother mesmo

eu não sei. acho que o importante é que como eu fui com o pedrinho pra balada hoje, e como a gente continuou sozinho, a gente volta junto. isso pra mim era tão natural quanto a liberdade é a liberdade de dizer que dois mais dois são quatro - isso porque eu também comentei com o pedrinho sobre o quanto eu pirei no 1984 do Orwell. enfim. posso usar o flash forward e ver a gente escalando um esquema tático pra seleção da inglaterra no winning eleven. eu que não entendo de winning eleven nem de futebol, ele que não entende nem de winning eleven. aí é isso. sair da balada é melhor do que a balada porque lá em casa (ou no caminho) tem litrões, salgadinho, larissa-sa, conforto infinito. e que se foda. a gente chegou num ponto em que as cocotinhas chorando não importa. o que importa já tá lá em casa. a gente não chegou, mas almejamos chegar. mesmo que o resto seja ilusão, amanhã não vamos lembrar direito sobre hoje.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

o que se passa

na cabeça de um pato que mora com nove homens e duas cachorras?

eu creio que a resposta a essa pergunta não pode ser encontrada.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

alcoholizm

hoje eu falei pra filó - a cachorra daqui de casa - exatamente "não quero você hoje". depois eu pensei no teor dessa frase, até comentei com pedrinho- "forte, né?", e ainda anotei na parede. a questão é que às vezes rola um cansaço, porque né? as coisas cansam porque a curiosidade é insaciável. acho que é uma coisa que melhora com o tempo, senão pessoas casadas há vários anos não estariam mais juntas. pessoas bem-casadas, né. admiro isso. eu quero ser assim um dia. e ter quatro filhos. mas a questão é que as pessoas não ficam mais tanto tempo juntas porque se cansaram umas das outras. eu acho que isso é coisa da tecnologia que acelerou as comununicações e forçou uns a viverem mais próximos de outros. talvez não; mas até ganhar um motivo forte para saber porque as pessoas não se casam bem hoje em dia vai um tempo. talvez elas se gostem. e esse gostar não passa nunca. eu queria gostar de alguém pra sempre. parece que é um negócio diferente, né. bah.