sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

o que é ser brother mesmo

eu não sei. acho que o importante é que como eu fui com o pedrinho pra balada hoje, e como a gente continuou sozinho, a gente volta junto. isso pra mim era tão natural quanto a liberdade é a liberdade de dizer que dois mais dois são quatro - isso porque eu também comentei com o pedrinho sobre o quanto eu pirei no 1984 do Orwell. enfim. posso usar o flash forward e ver a gente escalando um esquema tático pra seleção da inglaterra no winning eleven. eu que não entendo de winning eleven nem de futebol, ele que não entende nem de winning eleven. aí é isso. sair da balada é melhor do que a balada porque lá em casa (ou no caminho) tem litrões, salgadinho, larissa-sa, conforto infinito. e que se foda. a gente chegou num ponto em que as cocotinhas chorando não importa. o que importa já tá lá em casa. a gente não chegou, mas almejamos chegar. mesmo que o resto seja ilusão, amanhã não vamos lembrar direito sobre hoje.

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