terça-feira, 26 de novembro de 2013

fim de mais uma volta

Juntando falta do que fazer com falta de vontade de arrumar o que fazer com não ter pra onde ir - inclusive o papo de que pra quem não tem pra onde ir qualquer lugar serve - você fica no mesmo lugar. No mesmo lugar em vários âmbitos do que dá pra ser um lugar, porque o que importaria seria a aventura, mas você não está vivendo uma aventura. Então aonde foram as aventuras? Porque não fomos nos aventurar? Sentar no ponto de reunião esperando a próxima missão e matando o tempo é agradável e tal mas falta aquela velha história de sair da zona de conforto e esse blablabla. Parece verdade, não é? Parece... e então as paredes da bolha que lhe cerca mostram-se intransponíveis. E como fui parar nesse lugar, pra começo de conversa?

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

wonder e wander têm o mesmo som

Isqueiros se perdem em roupas, roupas se perdem em pessoas, pessoas se perdem em lugares.  Mas deveriam saber aonde estão? Não há uma necessidade real de encontrar um lugar, o importante é se encontrar. Encontrar a si e a outros, pois não há brilho próprio. "Like the moon...", e então caminhamos por aí, e imaginando, afinal é o mesmo som. E o isqueiro qualquer hora aparece. Talvez não.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O último dia de azar, também conhecido como a primeira noite de sorte

Trevos de quatro folhas, pés de coelho, felix felicis, tatuagens em quantidade ímpar. Amuletos. Funcionam para dar sorte ou funcionam porque acredita-se que darão e aí começamos a enxergar o que já estava lá?
A sorte traz coisas boas, diz-se. Também pode-se trazer coisas boas fazendo coisas boas - "karma" - ou se dispondo a aceitá-las - "atitude positiva" - ou então saindo do sofá e indo buscá-las.
Usar um trevo e esperar traz algo? E sorrir e esperar com que venha? E... só sorrir?
Coisas boas supostamente nos deveriam fazer sorrir - ou não, mas aí é outra história - e aí talvez conseguimos entrar em um looping de sorrisos ao parar e enxergar o quão boas podem ser as cenas no mundo. Cenas? Coisas. E cenas.
Ou seja então vamos sorrir, ou então pelo menos tatuar um sorriso afinal quantidade par de tatuagens dá azar.
E sem esquecer do azar afinal se nada é eterno tampouco a sorte é. Como dizia aqula música, "impossível viver só sorrindo".

domingo, 11 de agosto de 2013

"Mimimi", ou a lição do Tengo

Pra começar algo temos que de fato começar, não só planejar... e tipo, marcar uma data.
Por exemplo, samba de coco. Morena bonita só dança em samba de coco. Ou seja, se queremos morenas bonitas, temos que ir atrás dos cocos. Escrever a partitura do samba não é o suficiente.
Pra começar a mudar de idéia temos que pensar em uma nova idéia, ver uma nova idéia. Mas refletir não basta. Precisa-se viver essa nova idéia.
"Brand new eyes" não bastam.
E a chamada mudança de atitude não pode ser adiada; se for, não acontecerá.
Afinal "temos tão pouco tempo". Então porque parece que sobra tão tanto tempo?
Porque tudo só começa amanhã?

Baseado em domingos reais

terça-feira, 25 de junho de 2013

Sobre a bibliografia.

Chegar a um ponto meio que inominável da vida, em que já se leu tanta coisa e viu e pensou e escreveu, e você vê que cresceu, percebendo de fato o que é vida e o que é crescer e o que é perceber as implicações dos textos, a famosa análise do discurso, e perceber as implicações dos textos que você CONSUMIU, desde contrucionismo social a rpg e magic e darwin e rowling; desde raul seixas a conecrewdiretoria passando por iron maiden fresno e lady gaga; desde fundamentos de trilogias a horóscopos a listas de tatuagens e projetos. O outro grande aspecto desse momento inominável que vou chamar de "Upheaval" ("devolve todas as permanentes para as mãos de seus donos") é o bem-estar. Pleno. Começou no Natal, aonde resolvi simplesmente aproveitar a vida, continuou no encerramento da calourada, aonde com a junção da prova de que não se precisa beber pra perder a vergonha removi cada gota de vergonha no meu corpo (já que perante a liberdade não precisamos de vergonha mesmo), tomou sentido em minha entrada no estágio na Tarsolândia DDD016, e tomou forma no Upheaval. E percebendo que ora pois o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte e que vivemos em nossos amigos depois que morremos porque eles lembram da gente e de que família não é sangue é escolha e que graças a deus amém e mazel tov estamos aqui. O que temos é tempo e palavras, só. E as duas empresas que eu tenho pra tocar adiante, aos meros quase 23 anos, porque por algum motivo ainda tem pessoas fundamentalistas que acham que é fácil ir em quatro festas por semana por mais que isso implique em trabalhar 24 horas por dia, 365 dias por ano. E lembranças, além de palavras e tempo, . Pensar, escrever, falar. E a terceira lição é que é melhor pensar conversando.

“Tell me one last thing,” said Harry. “Is this real? Or has this been happening inside my head?”
Dumbledore beamed at him, and his voice sounded loud and strong in Harry’s ears even though the bright mist was descending again, obscuring his figure.
“Of course it is happening inside your head, Harry, but why on earth should that mean that it is not real?”

Dedicado aos meus padrinhos de casamento, Max e Gabriel, à "Mother", e antes de tudo à minha família (=meus amigos)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Orkut

Quem sou eu:
Nascido em Goiás, crescido em Espírito Santo do Pinhal, vivido em Ribeirão Preto, torce pro Colorado.
Filho de cachoeira, só que na real de mina de esmeralda.
Mídia me pegou mesmo, não atoa sou adolescente e consumista.
Garçom e psicólogo, ops, feiticeiro.
Câncer, Peixes, Capricórnio.
Não sei bem quem sou, só sei do que não gosto.
Metade do meu tempo pra família, metade pro trabalho, só que ambos pra ambos.
Família não tem nada a ver com sangue ou DNA.
E temos que enlouquecer, simplesmente em prol de nossa sanidade.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

fábula.

você fala pra geral chamar as amiga.
e pra essas amiga chamar mais amiga.

elas cola você tá fumando um cachimbo com o brother.
você oferece pras amiga.

as amiga fica louca,
aí as mina fica louca.
aí você deixa elas louca,
e elas te deixam louco.

sendo assim ou não a gente não pára.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

dualismo (?!?!)

existem dois tipos de músicas. bom, se você para pra pensar, existem dois tipos em qualquer coisa que você olhe, é só parar e fazer a comparação.
enfim - furlan - fórlan - existem dois tipos de música. o prog e o que não é prog. prog é o tipo de música que aumenta, foda-se se é trance ou qualquer coisa ou pink floyd - floyd é fodíssimo. o que não é prog continua como começou.
a gente se parece com a música.
aliás, a gente que fez ela né.
existem dois tipos de pessoas: as que curtem prog e as que não. é fácil ver divisões em qualquer coisa.
galera que curte prog curte pensar na própria vida (eu acho), porque sei lá, o o som aumenta, assim como seus pensamentos. (??? profit).
pessoalmente não curto prog. ouço música pra me distrair. já penso demais na vida.