segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O último dia de azar, também conhecido como a primeira noite de sorte

Trevos de quatro folhas, pés de coelho, felix felicis, tatuagens em quantidade ímpar. Amuletos. Funcionam para dar sorte ou funcionam porque acredita-se que darão e aí começamos a enxergar o que já estava lá?
A sorte traz coisas boas, diz-se. Também pode-se trazer coisas boas fazendo coisas boas - "karma" - ou se dispondo a aceitá-las - "atitude positiva" - ou então saindo do sofá e indo buscá-las.
Usar um trevo e esperar traz algo? E sorrir e esperar com que venha? E... só sorrir?
Coisas boas supostamente nos deveriam fazer sorrir - ou não, mas aí é outra história - e aí talvez conseguimos entrar em um looping de sorrisos ao parar e enxergar o quão boas podem ser as cenas no mundo. Cenas? Coisas. E cenas.
Ou seja então vamos sorrir, ou então pelo menos tatuar um sorriso afinal quantidade par de tatuagens dá azar.
E sem esquecer do azar afinal se nada é eterno tampouco a sorte é. Como dizia aqula música, "impossível viver só sorrindo".

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