Trevos de quatro folhas, pés de coelho, felix felicis, tatuagens em quantidade ímpar. Amuletos. Funcionam para dar sorte ou funcionam porque acredita-se que darão e aí começamos a enxergar o que já estava lá?
A sorte traz coisas boas, diz-se. Também pode-se trazer coisas boas fazendo coisas boas - "karma" - ou se dispondo a aceitá-las - "atitude positiva" - ou então saindo do sofá e indo buscá-las.
Usar um trevo e esperar traz algo? E sorrir e esperar com que venha? E... só sorrir?
Coisas boas supostamente nos deveriam fazer sorrir - ou não, mas aí é outra história - e aí talvez conseguimos entrar em um looping de sorrisos ao parar e enxergar o quão boas podem ser as cenas no mundo. Cenas? Coisas. E cenas.
Ou seja então vamos sorrir, ou então pelo menos tatuar um sorriso afinal quantidade par de tatuagens dá azar.
E sem esquecer do azar afinal se nada é eterno tampouco a sorte é. Como dizia aqula música, "impossível viver só sorrindo".
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
O último dia de azar, também conhecido como a primeira noite de sorte
domingo, 11 de agosto de 2013
"Mimimi", ou a lição do Tengo
Pra começar algo temos que de fato começar, não só planejar... e tipo, marcar uma data.
Por exemplo, samba de coco. Morena bonita só dança em samba de coco. Ou seja, se queremos morenas bonitas, temos que ir atrás dos cocos. Escrever a partitura do samba não é o suficiente.
Pra começar a mudar de idéia temos que pensar em uma nova idéia, ver uma nova idéia. Mas refletir não basta. Precisa-se viver essa nova idéia.
"Brand new eyes" não bastam.
E a chamada mudança de atitude não pode ser adiada; se for, não acontecerá.
Afinal "temos tão pouco tempo". Então porque parece que sobra tão tanto tempo?
Porque tudo só começa amanhã?
Baseado em domingos reais
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