terça-feira, 3 de junho de 2014

sobre a memória

Quando se cutuca você tem uma memória de um momento muito específico numa conversa que aconteceu em 2009, e porque? Qual o sentido daquela conversa, imaginária, não-utilitária, sem motivo a não ser a arte? A arte do encontro.
Como li em algum lugar, relembrar momentos felizes nos torna mais felizes, e isso é meio claro porque tudo que temos mesmo é nosso corpo e nossa memória; mas parece que aí estamos presos na compulsão de repetição.
Mas se nossa memória é uma historinha(zinha), como poderia não haver repetição?
Somos mesmo roteiristas?

Nenhum comentário:

Postar um comentário