Quando se cutuca você tem uma memória de um momento muito específico numa conversa que aconteceu em 2009, e porque? Qual o sentido daquela conversa, imaginária, não-utilitária, sem motivo a não ser a arte? A arte do encontro.
Como li em algum lugar, relembrar momentos felizes nos torna mais felizes, e isso é meio claro porque tudo que temos mesmo é nosso corpo e nossa memória; mas parece que aí estamos presos na compulsão de repetição.
Mas se nossa memória é uma historinha(zinha), como poderia não haver repetição?
Somos mesmo roteiristas?
terça-feira, 3 de junho de 2014
sobre a memória
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