domingo, 14 de dezembro de 2014
a teoria saviana
As Três Leis da Atração:
I- Emissão de Fódons
II- Conjuntura Cósmica
III - "Quem não arrisca, não petisca"
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Fódons são partículas quânticas, produzidas como hormônios. São como feromônios, mas num sentido mais amplo, englobando confiança, carisma, coisas assim. É simples, às vezes na vida você conhece pessoas com uma aura que transmite conforto, pessoas que parecem saber o que fazem. Elas emitem muitos fódons. Ou então podem ser do tipo aquela cena de filme na vida real, quando alguém anda no meio de um lugar cheio de gente e parece que a massa se abre para essa pessoa passar. Quanto mais fódons você emite, melhores suas chances de que pessoas queiram estar com você, ou seja, mais fácil será para você lidar e se relacionar com outrem.
Conjuntura Cósmica é quando os eventos tendem a acontecer em seus favor. Importante diferenciar de Entrega, que é a capacidade de tornar a seu favor quaisquer eventos que acontecem na maré do universo. E como a magnitude da Conjuntura muda? Ela é aleatória num nível micro, mas extremamente previsível num nível macro. Nenhuma felicidade é pra sempre, toda merda alguma hora melhora. É como se houvesse picos, num nível mínimo e máximo da escala do bem-estar, e pessoas e sistemas vivesses subindo e descendo. E a cada momento vão acontecer bizarrices que o universo te envia pela Conjuntura, coisas que poderiam ser absurdas, mas fazem todo o sentido num contexto maior.
"Quem não arrisca, não petisca" é um ponto importante, que termina fazendo a diferença. Tudo bem, você tem fódons, sua escala cósmica está a seu favor, e então? Vai ficar sentado esperando as coisas acontecerem? Sim, pode acontecer algo, é o caos, mas a chance de mudança é muito maior se você ativamente for atrás do que quer. Mude suas idéias, vá falar com quem gosta, procure algo para ocupar seu tempo, saia de casa, aproveite as situações, encontre pessoas, conheça pessoas, divirta-se. É a sua única maneira realmente ativa de mudar sua vida. Não espere por nada. Vá e faça a diferença.
(untitled)
sábado, 6 de dezembro de 2014
(by joel)
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
sobre amor.
Ok, passando do clichê, podemos tentar definir (rs) amor a partir de diferenças [Categorizações são diferenciações afinal]. Amor não é like porque é mais forte; não é ódio ou apatia, não é luxúria, não é amizade. Funciona, mas o amor em si continua tão etéreo quanto antes. Clichês constroem algo vago, e contrastes não dizem o que é mas sim o que não é.
Lembro-me de uma frase, "this is love... when you notice someone's absence and hate that absence more than anything, more than you love the presence", ou seja, amor é essa ausência? É sentir essa falta? É aquela saudade que nos faz sonhar e devanear e rememorar todos os dias?
E essa sua falta está em relação com outra falta que sente a sua falta assim como você sente aquela falta.
Mas coisas que saem da falta são vazias "per se", afinal estamos falando de conjuntos vazios se encontrando, - e o que sai de um vazio senão o que a gente traz e tira dele - mas há algo que podemos nomear amor a priori para preencher essa falta, senão as idéias das pessoas envolvidas nesse encontro?
Lembro-me da bíblia - não a parte do amor de jesus (que aliás é uma excelente idéia) - mas a parte em que coube a nós (ao Adão? rs) nomear as coisas. Nomear animaizinhos e plantas é fácil (é?), mas e como nomear algo intangível e tão imaginado a ponto de ser simplesmente imaginário? Como nomear algo que não é amizade ou paixão ou carinho e ao mesmo tempo é tudo isso, e muito mais coisas que ainda não nomeamos?
Vamos conversar e fazer teatros e filmes e músicas e livros e etc até o fim dos tempos sobre isso. O que faz sentido pra mim não é necessariamente o que faz sentido pra você.
Oxitocinas.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
sobre se apaixonar muito facilmente
parece que após muito tempo, após encontrar a única exceção (Paramore, 2009), se chega ao segredo sobre isso, que é se tornar resistente à inerente bad, e só aproveitar o lado bom desse processo; se divertir afinal é o propósito.
No aproveitar a presença e o encontro se aprecia cada aquele detalhe.
Que afinal é o propósito e a causa, o detalhe.
Olhos cinzas são raros quão inesquecíveis.
sábado, 19 de julho de 2014
sobre a vontade de escrever.
solidão tem inúmeras formas, e escrever idem; não é preciso estar sozinho para estar solitário, e vice-versa. assim como escrever é uma impressão de memórias e sensações e idéias e sonhos; parece natural (e essencial) querer compartilhá-los.
e aí dentre o "sonhei ontem que blablabla" (e contar sonho só é bom pra quem conta) e aquela exibição excessiva de vídeos nos smartphones há uma distância. mas a essência é a mesma, não?
os românticos preferem contar histórias, a geração Z prefere mostar o vídeo do que aconteceu.
e a solidão? na nossa era da internet é só ligar o smartphone ou o computador que tenho a sensação de que alguém me ouvirá (???).
só que para se receber uma mensagem é necessário enviar uma.
a vida é um eco.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
notebooks
minha caneta está em meu bolso.
Notebook na tradução literal é: livro de notas (?!?!)
E cá estamos enquanto nossos amigos trabalham - (ou não, porque não estão produzindo nada) - em brinquedinhos que não são livros de notas.
Um caderno não é um "livro de notas",
Um blog também não.
Só se eu (ou você) quiser.
(sem título)
Coisas que nos fazem tão mal (à saude) são as coisas que mais procuramos, porém estas mesmas coisas nos trazem um bem-estar tremendo (talvez duvidável).
Será que realmente estamos à busca deste bem-estar, ou apenas estamos procurando, em tais "coisas" uma fuga das nossas responsabilidades a problemas pra justificar, depois, com somente um "foi mal, tava locão"?
- Denis Aita
quarta-feira, 25 de junho de 2014
sobre a vida.
Não dizendo que a vida é má - acredito que ela seja indiferente a todos nós - mas como o oxigênio ela nos cumprimenta com a mão direita e dá um tapa com a esquerda. Mas não pára por aí, porque logo depois a mão direita te dá um soco tão forte que te derruba no chão e então a esquerda oferece o braço, ajuda a levantar, porque você não quer ficar ali. Então a mão direita faz um carinho na sua cara aonde o tapa da esquerda ainda está ardendo, e daí você acha que esqueceu do soco, e a esquerda faz um cafuné na sua cabeça, antes de dar um soco mais forte ainda que a direita. Tudo se repete inúmeras vezes, e você começa a achar que a dor e o carinho são indistiguíveis um do outro.
Não é bem assim, ou é? "A existência do brócolis não torna o chocolate mais gostoso do que é", mas... peraí. Eu gosto de brócolis. Mais do que chocolate - eu acho.
terça-feira, 3 de junho de 2014
sobre a memória
Quando se cutuca você tem uma memória de um momento muito específico numa conversa que aconteceu em 2009, e porque? Qual o sentido daquela conversa, imaginária, não-utilitária, sem motivo a não ser a arte? A arte do encontro.
Como li em algum lugar, relembrar momentos felizes nos torna mais felizes, e isso é meio claro porque tudo que temos mesmo é nosso corpo e nossa memória; mas parece que aí estamos presos na compulsão de repetição.
Mas se nossa memória é uma historinha(zinha), como poderia não haver repetição?
Somos mesmo roteiristas?
domingo, 11 de maio de 2014
ação do tempo nas nossas vidas...
porque coisas vêm, voltam, vão, chegam, vão embora. a porta aberta, o porto, a casa, o caos e o cais.
nos fizeram ganhar, nos fizeram perder. mas quem disse que isso é um jogo, porque temos que participar desse clash, com quem estamos disputando?
se mesmo os mais fortes às vezes não encontram uma saída, porque teria eu que sair?
estou vivendo, aprendendo. aprendendo a viver com os contrastes da vida.
e você ainda não entende, as circunstâncias e as coisas? tudo eventualmente se torna previsível, mas é impossível prever...
hoje acordei pra um sonho, porque é a única forma de andar por aí, "daydreaming all the time", porque o que a gente tem não nos basta. é pra seguir em frente.
porque mesmo os mais sábios as vezes não encontram uma saída.
não basta sabedoria, o que importa é a improvisação.
quando tudo se torna previsível, e não se espera mais da vida.
hora de começar a viver.
vamos sorrir, viver, sorrir. viver.
os traços do inter
aí estão "paradoxos", e aí está o amor.
se eu estivesse contando uma história, vulga "how i met your mother", terminaria aqui. pelo menos ainda não morri, então uma nova história começa porque temos outros roteiros e nunca passamos da condição de atores.
mas o que importa?
o amor pode não te dar forças pra acordar, mas faz você sorrir ao longo do dia, e isso torna cada um deles mais "solar"; serenidade e brilho.
e aí a trilha sonora da sua vida se torna "chega de saudade", tanto porque todos os momentos foram ~ideais~ quanto porque toda a trilha do futuro que se desenrola à vocês é ~ideal~, e aí...?
alguma coisa acontece no meu coração.
não é só alguma coisa, não está só acontecendo. chacoalha. inquieta. tenho que ir pra sampa logo.
nove dias.
domingo, 30 de março de 2014
"I don't think I wanna go to LA anymore"
Me evoca uma certa nostalgia por um passado que eu nunca senti - só porque nunca tive a oportunidade. Porque, pô, como posso não querer ir mais pra LA se nunca fui?
Mas uma letra de uma música é só uma expressão. Ou uma impressão, ou uma expressão de uma impressão, ou coisas assim, que não tem nenhum significado, assim como não querer ir mais para LA. Assim como querer ir. Assim como LA.
O John continua cantando;
Não temos LA mas temos RP;
E pra mim só falta a "you" do meu "in your atmosphere".
http://www.youtube.com/watch?v=7K2DQ8XBRbU (referência)
domingo, 23 de fevereiro de 2014
palavras ao acaso
your beautiful soul must always tune our every rhythm
through full tempo
fill spirit
his scale burst each additional note
about sublime melody
quiet boom music
sábado, 8 de fevereiro de 2014
ansiedade
Mas continuo ansioso, e aí?
Tem a ver com os inúmeros cenários imaginários, com as coisas que espero que aconteçam, - e que bom seriam se acontecessem - e como é uma pena, o fato de que a partir do momento em que se idealiza algo a chance desse fato acontecer é ínfima. Porque fazer tantos planos consigo mesmo afinal?
Parece que é uma preparação, aquele diálogo interno; parece que aquele momento aconteceria, a despeito do fato de tudo ser uma mera coisa da sua cabeça.
E mesmo sendo uma coisa da sua cabeça, lhe deixa ansioso. Traz ansiedade. Aquela convidada que ninguém convidou.
Porém é que mesmo que ninguém convidou (presumindo que a festa é sua) há de se lidar com ela. A ansiedade sorri para você. E é impossível sorrir de volta.
E aí a única forma de lidar com tal convidada, a ansiedade, é mais ansiedade.
Não é só medo antecipado. O problema é antecipar.